• Gabriel Cordeiro

BRIGHT: Um Best-Seller da Skull

Novo sucesso da Editora Skull esgota sua tiragem em menos de 24h no primeiro dia de pré-venda.

Surpreendendo a todos na manhã de Domingo (16.08), sem que a Skull anunciasse o início de pré-venda, o livro BRIGHT da autora fantástica e talentosíssima Maria C. Reis, emplacou dentro de horas como o mais recente Best-Seller da editora. Numa constância imediata de pedidos, antes mesmo das oito horas da noite, o título em lançamento já havia alcançado 100 exemplares vendidos,

Após esse sucesso imediato, nós do Skull Blog convidamos a autora para contar mais sobre essa história que, em tão pouco tempo, conquistou o coração de centenas de leitores. Maria, com graça e perfeição, fala abaixo um pouco sobre sua obra.

Inicialmente, era uma fanfic, postada em meados de 2013, com personagens baseados na banda de rock/emo My Chemical Romance, com quase 100k de leituras em duas plataformas digitais. Ela era gigantesca, continha mais de cem capítulos e foi uma batalha pra transformá-la em apenas um livro. Além de Bright, existem mais 2 partes da história (que, se tudo der certo, publico também pela Skull), dando continuidade não só a história de amor do Theodore e do Alexander, mas também a outros conflitos.


Não fala apenas de se redescobrir, de encontrar a pessoa certa, ao longo da trama, a gente vai percebendo que uma família vai se formando, amigos que se apoiam o tempo todo, pessoas que cometem erros e vão aprendendo gradativamente com eles. Inicialmente, o primeiro livro é feito pra despertar diversos sentimentos de uma só vez, vai ter gente até falando que existem partes problemáticas e dramáticas, mas como a saga é sobre o autoconhecimento de todos esses personagens, acredito que é uma experiência bastante interessante como eles evoluem do primeiro livro até o último.


É uma história que fala de família, aceitação, companheirismo das mais diversas formas e, principalmente, sobre como não desistir de seus sonhos, não importa que tipo de obstáculo possa surgir no caminho. Por ser um romance LGBTQI+, mais da metade dos personagens são bissexuais ou gays assumidos (ou não kkk) e a cota de heterossexuais é bem pequena. Se passa na cidade de Nova Iorque, por contexto musical, já que a obra toda foi baseada em uma música que fala sobre um relacionamento na cidade que nunca dorme. Além de toda essa história de romance, família, sonhos e amigos; a história fala muito sobre o universo dos quadrinhos e da música, já que os dois personagens principais tem paixão por essas áreas e acabam trabalhando nelas. O final de Bright é intenso e um pouco eletrizante, é isso o que eu posso adiantar, por enquanto.


O livro já havia sido publicado antes, por outra editora, mas por irresponsabilidade, ele acabou sendo vendido e nunca foi entregue aos compradores. A Skull pra mim é a primeira casa de verdade de Bright, apesar dessa publicação, pois foi a primeira vez em que a história foi respeitada e profissionalmente elaborada. Quase sete anos depois, a história ainda tem seguidores fiéis, que basicamente eu vi crescerem e se tornaram meus amigos, e a gente pretende expandir esse universo, que já é conhecido por alguns, para novos leitores, muito mais do que bem-vindos.


Parte da história é baseada em situações que eu vivi, principalmente o primeiro e certa parte do segundo, porém dramatizadas e alteradas para que fosse viável a reprodução como obra literária. Aliás, cada um dos livros é baseado em uma canção específica, os dois primeiros da banda que serviu como inspiração pra história ficcional e o último, uma homenagem a uma canção que uma das leitoras do livro produziu, enquanto a história era publicada.



1. Todos os nomes/músicas foram alterados, claro, pois não queria um processinho da banda, menos um deles. O personagem Bert, um dos mais queridos da história original, foi propositalmente mantido com o mesmo nome por razões especiais. Muitos leitores consideram o melhor personagem de toda a saga (e eu concordo).


2. Além de uma música, que virou título de um dos livros (Old Hope), a história tem mais uma canção que foi escrita por uma das leitoras: Something Good.


3. Como fanfic, a história completa, com todas as partes, tem mais de 300 capítulos e eu nem sei como essa gente leu isso tudo, porém não irei reclamar.


4. A história tem algumas referências emblemáticas que até hoje os leitores adoram pontuar, são, respectivamente e sem qualquer explicação, pois pode acabar sendo spoiler: jujubas vermelhas, uma surra de guitarra, um anel rosa daqueles de doce coloridos e Frankenstein.

Sinopse:

Alexander Lockhart é um famoso desenhista e editor de histórias em quadrinhos. Está prestes a se casar com uma das mais renomadas arquitetas da América do Norte e possivelmente terá uma vida mais do que perfeita ao seu lado. Possivelmente, pois Alexander não irá ter.

Lockhart acaba fugindo do casamento antes do esperado e revela um segredo que esconde desde a adolescência. Ele, um homem que vê a vida de forma sistemática e monótona, decide seguir sozinho e reconstruir sua vida de outra forma. Até conhecer Theodore Montgomery, um estudante de música, aspirante a rockstar e completamente o seu oposto, melhor amigo de seu irmão e sem um teto pra morar. Falante, inquieto, bagunceiro e extremamente barulhento, Theo quer que o mundo cante suas letras e vive para sua música, mesmo com todas as dificuldades que aparecem em seu caminho.

Quando os caminhos dos dois se cruzam, surge a certeza de que nada mais será o mesmo para Lockhart e Montgomery. Com apenas algumas horas de convivência e dividindo o seu teto com um estranho, Alexander vê seu mundo virado de ponta a cabeça e cada parte de si passa a ser tumultuada pela presença do jovem rapaz espevitado.

Alex poderia se arrepender e desistir da boa vontade em ajudar o garoto em um momento tão difícil. A não ser por perceber, pouco a pouco, que Theo é exatamente o que ele precisa para reconstruir a si mesmo.


Pré-venda de 16/08 até 30/09 – ADQUIRA O SEU CLICANDO AQUI!

1* Lote vendido (100 exemplares)

Você também pode encontrar a autora nas redes sociais.


Twitter: @itmakesmewhoiam


Instagram: @maleficiumm

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